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Mostrando postagens de abril, 2017

ASMA

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Asma é uma doença comum das vias aéreas ou brônquios (tubos que levam o ar para dentro dos pulmões) causada por inflamação das vias aéreas.  Causando sintomas como: falta de ar ou dificuldade para respirar, sensação de aperto e apresenta chiado no peito e tosse. A asma é uma das doenças crônicas mais comuns que afeta tanto crianças quanto adultos, sendo um problema mundial de saúde e acometendo cerca de 300 milhões de pessoas. Estima-se que no Brasil existem aproximadamente 20 milhões de asmáticos, visto que se trata de um número alto é necessário que nós como profissionais de saúde detenhamos de conhecimento sobre essa patologia, a aula de farmacologia abordou essa temática de modo que compreendêssemos um pouco mais sobre o mecanismo de ação da doença e o tratamento. Devemos priorizar o tratamento da asma de forma individualizada, como a doença se manifesta de maneiras diferentes em cada paciente o medicamento que serve para um asmático pode não ser o melhor tratamento par...

HIV

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Em nossa prática como residente observamos que ainda é alto o percentual de HIV positivos e o quanto precisamos estar preparados para se trabalhar com este público, principalmente com as gestantes afim de evitar a contaminação do feto com o vírus, para isso é necessário conhecer a doença para designar qual melhor estratégia terapêutica será aplicada ao paciente, além de buscar vias para se tornar a adesão ao tratamento um pouco mais agradável, visto que apresenta inúmeros efeitos colaterais.    É necessário ao profissional de saúde, que se estude a fisiopatologia e os principais tratamentos dessa doença, diante disso na aula tivemos essa abordagem detalhada todo o processo de replicação viral, compreendendo a patologia, e compreender como o vírus age e replica no nosso corpo, bem como sua estruturação, e sua atuação no organismo nos permite saber como a interação medicamentosa e a farmacologia agem no combate a progressão da doença. O estado nutricional e a ingestão al...

Fitoterapia

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Há uma grande quantidade de plantas medicinais, em todas as partes do mundo, utilizadas há milhares de anos para o tratamento de doenças, através de mecanismos na maioria das vezes desconhecidos. O estudo desses mecanismos e o isolamento do princípio ativo (a substância ou conjunto delas que é responsável pelos efeitos terapêuticos) da planta é uma das principais prioridades da farmacologia. No entanto algumas das plantas medicinais são utilizadas de forma caseira, principalmente através de chás, ultra diluições, ou de forma industrializada, com extrato homogêneo da planta. Ao contrário da crença popular, o uso de plantas medicinais não é isento de risco. Além do princípio ativo terapêutico, a mesma planta pode conter outras substâncias tóxicas, a grande quantidade de substâncias diferentes pode induzir a reação alérgica, pode haver contaminação por agrotóxicos ou por metais pesados. Por tanto a aula nos mostrou as plantas mais comuns a serem utilizadas durante a gestação e no...

Uso de drogas de abuso durante a gravidez e lactação

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A utilização de drogas de abuso por parte de algumas gestantes é um fato que vem crescendo nos últimos tempos e é bastante comum na nossa prática cotidiana como residentes.                 O uso de drogas é um grande problema de saúde pública, repercutindo de maneira assustadora na sociedade em que vivemos. Nas gestantes, esse problema ganha ainda mais importância, pois a exposição dessas pacientes às drogas pode levar ao comprometimento irreversível a mãe ou ao feto. Entre as drogas mais comumente utilizadas durante a gravidez, está o álcool. O etanol atravessa facilmente a placenta, podendo causar efeitos teratogênicos no feto, entre eles a síndrome fetal alcóolica que é considerada a consequência mais séria e pode ser caracterizada pelo retardo do crescimento intrauterino, déficit mental, alterações musculoesqueléticas, geniturinárias e cardíacas. Portanto, a melhor conduta em relação ao consumo do álc...

Doenças infecciosas-Farmacologia

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Em nossa prática profissional observamos vários casos onde se faz necessário alguma intervenção medicamentosa para o combate a alguma patologia que acometa a mãe ou o recém-nascido, principalmente o prematuro. As infecções são caracterizadas por medicamentosas O uso de antimicrobianos em gestantes e crianças deve ser avaliado de maneira criteriosa, evitando o uso abusivo e a consequente resistência a medicação, ou mesmo a observação dos efeitos adversos visto que podem determinar sérias complicações na formação do feto.      No decorrer da aula vimos algumas das infecções mais comuns relacionadas a gestação, e a consequente utilização dos medicamentos no tratamento dessas patologias. Foi tratado também a forma de infecção das gestantes que são virais, bacterianas, por protozoários, fúngica e suas respectivas doenças. No que comete ao neonato foi abordado as formas de infecção transplacentária, a exposição materna seja viral ou bacteriana, a contaminação exte...

Interações Medicamentosas- Nutrição

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As interações medicamentosas são caracterizadas por alterações dos efeitos de um fármaco pela presença de outro fármaco, alimento, bebida ou algum agente químico ambiental. Constitui causa comum de efeitos adversos. Quando dois medicamentos são administrados, concomitantemente, a um paciente, eles podem agir de forma independente ou interagirem entre si, com aumento ou diminuição de efeito terapêutico ou tóxico de um ou de outro. O desfecho de uma interação medicamentosa pode ser perigoso quando promove um aumento da toxicidade de um fármaco, portanto nós como profissionais devemos dar uma atenção maior a essas interações, visto que em nosso dia a dia nossos pacientes são tratados com diversos medicamentos, além precaução geral, os medicamentos não devem ser adicionados a sangue, soluções de aminoácidos ou emulsões lipídicas. No caso da nutrição parenteral, portanto é necessário monitorar sinais e sintomas de interações medicamentosas no paciente. O uso concomitante de medic...

Farmacologia Glândula Tireoide- Nutrição

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A tireoide é uma das maiores glândulas endócrinas do corpo, e produz hormônios, principalmente tiroxina (T4) e triiodotironina (T3), que estimulam o metabolismo e afetam o crescimento, metabolismo e gasto energético no corpo humano. A tireoide também produz o hormônio calcitonina, que possui um papel muito importante na homeostase do cálcio. O hipertireoidismo e hipotireoidismo são os problemas mais comuns da glândula tireoide e a aula de farmacologia possibilitou-nos conhecer um pouco mais sobre a fisiopatologia dessas doenças. O hipotireoidismo é definido como um estado clínico resultante de quantidade insuficiente ou ausência de hormônios circulantes da glândula tireoide para suprir as necessidades orgânicas normais, enquanto que o hipertireoidismo é um estado hipermetabólico causado pelo aumento das funções da glândula e consequentemente aumenta os níveis circulantes desses hormônios no corpo humano. O iodo ingerido é ligado a proteínas séricas, particularmente albumina,...

Farmacologia no TGI - Doenças ácido-pépticas e nutrição

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As   doenças gastrointestinais  são aquelas que acometem órgãos do sistema digestivo (intestino, intestino grosso, intestino delgado, estômago, esófago, cólon, reto e ânus) e órgãos acessórios da digestão, como o pâncreas, o fígado e a vesícula biliar, tais doenças podem ser acompanhadas de fortes dores, resultantes da inflamação ou até mesmo deterioração de alguns dos órgãos do sistema digestivo. As alterações nutricionais dependem da extensão e da gravidade com que se manifestam as moléstias, agravando o prognóstico tanto do paciente em tratamento clínico, quanto daqueles submetidos a cirurgias, deteriorando ainda a competência imune. A terapia nutricional tem se mostrado como recurso terapêutico auxiliar extremamente útil, atuando diretamente sobre o estado nutricional, mantendo-o e/ou recuperando-o, sendo benéfica a evolução e tratamento do paciente. O suporte nutricional oral, enteral e parenteral tem se mostrado bastante eficaz na indução e na manutenção da re...

Farmacos na Gestação e Lactação

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Os fármacos apresentam efeitos mais intensos quando administrados durante o primeiro trimestre da gravidez. Este período é dito ser de diferenciação embriológica dos sistemas e a introdução de substâncias químicas, como os medicamentos, pode interferir com esse processo, resultando em malformações fetais. Diz-se que um agente é teratogênico quando o mesmo produz uma alteração, maior ou menor, em relação à morfologia e fisiologia normais no feto. Alguns medicamentos podem ainda produzir dano fetal devido a alterações em processos fisiológicos necessários à manutenção do bem-estar fetal. Um exemplo dessa situação são os medicamentos que alteram o fluxo sanguíneo placentário que podem causar danos fetais por diminuição do fornecimento de oxigênio e nutrientes, ou mesmo aqueles fármacos que atuam diretamente no SNC podendo produzir anormalidades ou inferir nas habilidades mentais da criança. Durante o parto, a maioria dos medicamentos utilizados, pode afetar a frequência e intensi...

Diabetes Gestacional

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O diabetes gestacional está associado a aumento do risco de complicações para a mãe e o concepto, e uma estatística preocupante é que essa patologia tem crescido com o passar dos anos. O Diabetes Mellitus Gestacional (DMG) é definido pela diminuição da tolerância à glicose, que se inicia ou é reconhecida pela primeira vez na gestação.  Dentre os fatores de risco destacam-se: idade superior a 25 anos, história pessoal, antecedente familiar de diabetes (parentes de 1º grau), antecedente obstétrico (Macrossomia, polidrâmnio, morte fetal ou neonatal de causa desconhecida, malformações congênitas e restrição do crescimento fetal), exame obstétrico atual evidenciando: ganho de peso excessivo, altura uterina maior do que a esperada para idade gestacional, crescimento fetal excessivo e polidrâmnio. Também são considerados fatores de risco baixa estatura (<1,50m), disposição central excessiva de gordura corporal e doença hipertensiva podendo ou não persistir após o parto. A im...

HIPERTENSÃO GESTACIONAL

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As síndromes hipertensivas que ocorrem durante a gestação (SHG) são classificadas em hipertensão crônica (HC), pré-eclâmpsia/eclampsia (PE), pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão crônica (PSHC) e hipertensão gestacional (HG), esta última é relacionada a poucas intercorrências clínicas materno-fetais. A PE pode ocorrer em 5% das gestações, e suas formas graves ocorrem em 1%, culminando em crises convulsivas (eclampsia) em cerca de 0,05% dos casos. Essas síndromes ocorrem em 6% a 8% das gestações, contribuindo para a prematuridade e morbimortalidade perinatal devido à hipóxia intrauterina. O diagnóstico de hipertensão arterial se caracteriza quando os níveis pressóricos são superiores a 140/90mmHg. As repercussões mais frequentes para o concepto associadas a hipertensão seria a restrição do crescimento intrauterino o baixo peso ao nascer e a prematuridade. Durante a gravidez a abordagem não farmacológica da hipertensão consiste em algumas restrições, na nutrição podemos r...