HIV
Em
nossa prática como residente observamos que ainda é alto o percentual de HIV
positivos e o quanto precisamos estar preparados para se trabalhar com este
público, principalmente com as gestantes afim de evitar a contaminação do feto
com o vírus, para isso é necessário conhecer a doença para designar qual melhor
estratégia terapêutica será aplicada ao paciente, além de buscar vias para se
tornar a adesão ao tratamento um pouco mais agradável, visto que apresenta
inúmeros efeitos colaterais.
É necessário ao profissional de saúde, que
se estude a fisiopatologia e os principais tratamentos dessa doença, diante
disso na aula tivemos essa abordagem detalhada todo o processo de replicação
viral, compreendendo a patologia, e compreender como o vírus age e replica no
nosso corpo, bem como sua estruturação, e sua atuação no organismo nos permite
saber como a interação medicamentosa e a farmacologia agem no combate a
progressão da doença.
O
estado nutricional e a ingestão alimentar inadequados desempenham importantes
papéis no desenvolvimento da AIDS, o trato gastrointestinal é um dos mais
afetados pelas infecções oportunistas, que provocam diarreias crônicas e
síndrome de má absorção que são fatores que predispõem a desnutrição e suas
complicações podem tornar o indivíduo soropositivo mais suscetível a infecções
oportunistas e reduzir a eficácia dos medicamentos. Desde o aparecimento das
terapias antirretrovirais, a lipodistrofia, o aumento da concentração de
lipídios sanguíneos e o risco adicional de doenças crônicas.
Atualmente
a sobrevida dos pacientes com HIV tende a ser mais longa, portanto é necessário
que o profissional, e principalmente o nutricionista conheça as alterações do
metabolismo, estado nutricional, efeitos colaterais utilizados na terapia
antirretroviral, e procure alternativas no campo da dietoterapia, a fim de minimizar
os efeitos e proteger o corpo através da alimentação no que compete a
manutenção do estado nutricional saudável evitando a desnutrição (visto que é
uma doença que gera catabolismo) fornecer quantidades adequadas de nutrientes,
evitando deficiências ou excessos comprometedores da função imunológica promovendo
a saúde e uma melhor qualidade de vida.

Olá Ianne, na sua atuação profissional, que orientações são relevantes para a mãe HIV positiva em relação ao aleitamento?
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